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Rentabilidade Eletra – até setembro/2015

A rentabilidade acumulada dos planos administrados pela Fundação Celg de Seguros e Previdência – ELETRA foi superior à Mediana dos Planos, até setembro de 2015. Esse estudo é realizado pela empresa ADITUS e compreende os dados de 60 EFPCs (Entidades Fechadas de Previdência Complementar). Os dados mostram que, no período de janeiro a setembro de 2015, a ELETRA alcançou, de forma consolidada, uma rentabilidade acumulada de 8,43%, enquanto que a Mediana dos planos de benefícios administrados por EFPCs ficou em 8,35%. No Plano de Contribuição Variável (CV) – Celgprev, a rentabilidade acumulada, até setembro de 2015, foi de 8,34% e, no mesmo período, a Mediana dos planos de benefícios administrados por EFPCs foi de 8,67%. No Plano de Benefício Definido (BD) – Eletra 1, a rentabilidade acumulada, até setembro de 2015, foi de 9,17%, contra 8,78% da Mediana das EFPCs pesquisadas. Nesse plano, o segmento de Renda Fixa alcançou uma rentabilidade de 12,58%, ficando apenas 0,16 pontos percentuais abaixo da TMA (Taxa de Meta Atuarial), de 12,74%.

 

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Apesar do desempenho da carteira consolidada estar acima da Mediana dos Planos, ainda estamos abaixo da TMA. Esse distanciamento da Meta Atuarial continua sendo influenciado, diretamente, pela elevação dos índices de inflação. Até setembro de 2015, o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo) apresentou uma variação acumulada de 7,64%, contra 8,24% do INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor). Esse pequeno descasamento entre os dois índices é uma situação que acaba prejudicando a performance da carteira de investimentos da Fundação Eletra, uma vez que a meta atuarial é indexada pelo INPC e parte dos investimentos, pelo IPCA. O segmento com o melhor desempenho até o fim do terceiro trimestre de 2015 continua sendo o de Investimentos no Exterior ( Fundos), com uma rentabilidade acumulada de 38,95%. Por outro lado, Renda Variável é o segmento com o pior retorno no referido período, registrando uma variação negativa de (8,09%). Tal fato se deve ao baixo crescimento que a economia brasileira vem apresentando, afetando a situação da maioria das empresas e acarretando desempenho ruim no segmento.