Rentabilidade dos planos da Eletra bom desempenho ao final do 1° semestre/2015

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Rentabilidade dos planos da Eletra bom desempenho ao final do 1° semestre/2015

No primeiro semestre de 2015, a rentabilidade acumulada dos planos administrados pela Eletra – Fundação Celg de Seguros e Previdência ficou praticamente empatada com a Mediana dos planos na modalidade de be­nefício definido, como o Eletra 01, e ainda, acima da Mediana, no caso do plano Celgprev (CV). Esse estudo é realizado pela empresa ADITUS e compreende, atualmente, os dados de 59 EFPCs (Entidades Fechadas de Previdência Complementar).

Os dados mostram que, no período de janeiro a junho de 2015, a ELETRA alcançou, de forma consolidada, uma rentabilidade acumulada de 6,99%, enquanto que a Mediana dos planos de benefícios administrados por EFPCs ficou em 6,47%.

No plano Celgprev, a rentabilidade acumulada, até junho de 2015, foi de 7,02% e, no mesmo período, a Me­diana dos Planos de Benefícios, na modalidade de contribuição variável, administrados por EFPCs, ficou em 6,77%.

No plano Eletra 1, a rentabilidade acumulada, até junho de 2015, foi de 6,72%, contra 6,78% da Mediana dos Planos de Benefícios, na modalidade de benefício definido, administrados por EFPCs.

Já em relação ao plano de Gestão Administrativa (PGA), o mesmo apresentou uma rentabilidade acumulada, até junho de 2015, de 6,52%, sendo que no mesmo período, o CDI (Índice de Referência) foi de 5,92%.

Apesar disso, ainda estamos abaixo da TMA (Taxa de Meta Atuarial) que, no mesmo período, teve uma varia­ção de 9,72%, a qual se posicionou muito alta, em função da elevação dos índices de inflação neste semestre. Por exemplo, o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), que remunera os títulos públicos federais, registrou uma variação de 6,17% no primeiro semestre de 2015. Enquanto isso, o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor), que corrige os compromissos da entidade com seus participantes, registrou, no mesmo período, uma variação de 6,80%.

Segundo análise dos consultores da empresa Aditus, em seu relatório mensal, o primeiro semestre de 2015 foi marcado por uma forte volatilidade e por uma inflação elevadíssima, bem acima do que o mercado projetava no início deste ano. A consequência disso foi que os fundos de pensão, em sua maioria, não conseguiram su­perar suas metas atuarias até então.

Nesse cenário de forte volatilidade, qual seja: inflação relativamente elevada, expectativa de aumento do juro doméstico, além dos riscos associados à economia internacional (crise da Grécia, desaceleração da economia Chinesa, aumento dos juros americanos, dentre outros), não somente as EFPCs fizeram movimentos na dire­ção da redução de risco, como todo o mercado brasileiro.

Portanto, estratégias em CDI devem, ainda, predominar nos portfólios dos investidores, de uma forma geral, devido ao aumento da taxa de juros e à inflação relativamente menor. Entretanto, nesse momento de grandes incertezas, existem, também, algumas oportunidades na renda fixa, principalmente, em função dos elevados prêmios das NTN-Bs e das taxas pré-fixadas.