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Giro de Notícias – Edição 83

37º Congresso: definido o tema-central

 

Reunida na semana passada, a Diretoria da Abrapp – Associação Nacional das Entidades Fechadas de Previdência Complementar definiu o tema-central do 37º Congresso Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão: “Previdência Complementar – Um Novo Projeto para o País”, uma temática que no entender dos diretores condensa quase tudo que o segmento julga importante discutir e transmitir como a principal mensagem a ser levada neste momento à sociedade brasileira, seus formadores de opinião, lideranças associativas e sindicais, empresários e especialistas. O evento está agendado para acontecer em Florianópolis, de 12 a 14 de setembro próximo.

Mesmo porque, frisou na reunião o Presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, o sistema fechado de previdência complementar se vê como uma força mobilizadora, ao mesmo tempo em que transformadora e, como tal, capaz de contribuir para que o Brasil atinja uma parte muito maior de seu potencial. Algo fácil de acreditar, por sua capacidade de acumular reservas num país conhecido por sua reduzida poupança interna e, em segundo lugar, por sua já provada vocação em pagar benefícios em valores suficientes para manter preservada a renda de seus aposentados e pensionistas.

Nesse sentido, disse José Ribeiro, a previdência complementar fechada de fato se configura em si mesma como um projeto para o Brasil, o que explica e realça a temática escolhida para o 37º Congresso. É como se o sistema desejasse mostrar de uma forma definitiva à sociedade brasileira que a poupança previdenciária é a resposta para muitas de suas aflições econômicas e sociais, como aliás tem mostrado à exaustão à experiência das nações mais avançadas.

“A previdência complementar fechada é solução, não problema”, resumiu José Ribeiro.

É esse conjunto de mensagens que se pretende passar no 37º Congresso, um evento que não apenas é o maior que os fundos de pensão brasileiros realizam a cada novo ano, mas principalmente cumpre anualmente a missão de funcionar como um fórum amplo, funciona como indutor de ideias e, por isso mesmo, ajuda a consolidar convicções e abrir espaços para que se busque soluções de curto prazo e sementes a frutificar em horizontes mais distantes no tempo.

(Fonte: Jorge Wahl)

 

Previdência: Um debate cada vez mais qualificado

 

Muitas são as razões que estão trazendo os fundos de pensão cada vez mais para o centro da agenda brasileira e todas, praticamente sem exceção, tem a ver com os interesses maiores do País. Por exemplo, atende às demandas da sociedade brasileira o aprimoramento da governança das entidades de estatais, mesmo tendo ainda o projeto aprovado, como frisou o Presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, de passar por aprimoramentos que a Associação teve o imediato mérito de propor.

Do mesmo modo, alinha-se às necessidades brasileiras o resultado de uma reunião havida na semana passada e que, juntando a Abrapp – Associação Nacional das Entidades Fechadas de Previdência Complementa e altos escalões da Superintendência de Previdência Complementar – Previc e Secretaria de Previdência Complementar – SPC, redundou no mais pleno reconhecimento da urgência de um maior envolvimento no esforço em favor do fomento da poupança previdenciária. Mensagem que estará sendo levada, agora com muito maior força, à novas instâncias e agentes governamentais, uma vez que um maior protagonismo por parte do governo é tido como fundamental.

A expressão poupança previdenciária, no caso, remete à vertente fechada da previdência complementar, que por pressupor a acumulação de reservas ao longo de décadas tem por isso assegurado o seu caráter de previdência de fato, uma condição que, por sua vez, atende a urgente necessidade que o País tem de poupar para se auto financiar.

Essa vem sendo a mensagem da Abrapp, que a transmite apoiando-se em estudos aprofundados contratados junto a alguns dos maiores especialistas. É o caso da pesquisa “Promovendo o Futuro: Percepções e Atitudes de Empresas e Sindicatos para com a Previdência Complementar”, concluída no final do ano passado pela TNS Global, empresa especializada nesse tipo de trabalho no mundo. É o caso também do estudo “Previdência Complementar e Poupança Doméstica: Desafios Gêmeos no Brasil”, este a cargo do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getúlio Vargas.

Os dois trabalhos formam um rico acervo de ideias e propostas que, enriquecido pelas reflexões das Comissões Técnicas, colocam a Abrapp no centro de um debate que só faz crescer de importância, quanto ao futuro da Previdência em nosso País, na condição de uma interlocutora útil exatamente por se mostrar qualificada para o debate.

(Fonte: Jorge Wahl)