Giro de Notícias – 237 – 10/07/2019
10 de julho de 2019
Exibir tudo

EletraNews – 12/07/2019

DESAFIOS DO CENÁRIO ECONÔMICO NOS INVESTIMENTOS

A preservação do patrimônio é fundamental para garantir uma qualidade de vida financeira tranquila, especialmente quando se tem o longo prazo à frente, em que a força de trabalho tende a ser menos intensa e o benefício da aposentaria convencional do brasileiro (INSS) não condiz com o padrão de vida levado por algumas famílias. A grande dúvida é como fazer esse trabalho, uma vez que existem, atualmente, inúmeras ofertas de investimento.

Os Fundos de Previdência Complementar Fechada, em meio a essas dúvidas, são uma excelente forma de proporcionar o gerenciamento dos recursos financeiros. No caso específico da Eletra, sua missão é dar esse suporte aos empregados de suas patrocinadoras, dentre as quais a Enel Distribuição Goiás, que são participantes do Plano de Benefícios da Fundação, além de garantir o devido pagamento àqueles que já são beneficiários.

A alocação dos recursos deve ser norteada pela Política de Investimentos da Fundação, a qual é elaborada pela entidade em conformidade à legislação vigente e com o envolvimento de suas respectivas áreas técnicas, e aprovadas pelos seus colegiados, os quais incluem Comitê Consultivo de Investimentos e Conselho Deliberativo. O monitoramento das atividades da entidade é feito tanto internamente pelo seu Conselho Fiscal como, também, pela autarquia responsável (PREVIC).

A atual conjuntura política e econômica do País vem apresentando cenários mais desafiadores, em que, atualmente, são baixos os rendimentos da renda fixa. A redução da taxa Selic, dado um cenário de inflação estável e expectativa de baixo crescimento da atividade econômica para 2019, desfavorecem ativos em que a remuneração é condicionada pela taxa de juros, se fazendo necessária a avaliação de alternativas de investimentos que possam agregar maiores retornos. No caso da Eletra, a maior concentração da carteira de investimentos do Plano CV (contribuição variável) é na renda fixa, a qual está em torno de 70%, com maior exposição em títulos públicos, os quais foram adquiridos nos períodos em que a rentabilidade era superior à meta atuarial. Os investimentos em renda variável representam cerca de 9,50% da carteira do Plano, seguido de investimentos estruturados, os quais incluem Fundos com projetos de infraestrutura e Fundos Multimercado, representando 16% da carteira, e por fim, os investimentos imobiliários, com cerca de 3% de alocação. são concentradas no segmento.

De forma complementar, o Fundo de Previdência, como investidor profissional e institucional, tem acesso a determinadas classes de ativos que a pessoa física não tem, em função do seu porte e montante investidos, permitindo ao participante uma maior diversificação do portfólio por meio do Fundo de Pensão. Para tanto, é importante ter diligência e ter estabelecidos processos criteriosos de seleção de gestores para o alcance do bom resultado.