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A ELETRA na visão da ENEL/BRASIL

Ciente da preocupação dos participantes do Plano CELGPREV acerca do futuro da ELETRA, desde que CELG D passou a fazer parte do Grupo ENEL Brasil, a Diretoria da Fundação solicitou ao Sr. Raimundo Câmara Filho, Diretor de Recursos Humanos e Organização daquela Patrocinadora, e membro titular do Conselho Deliberativo desta Fundação desde 29 de setembro de 2017, que nos concedesse a entrevista abaixo, a fim de repassar a visão do Grupo Enel Brasil sobre a entidade:

1. O plano de previdência complementar é a garantia de um futuro mais tranquilo para grande parte dos trabalhadores. Qual mensagem a patrocinadora gostaria de deixar aos participantes da Fundação Eletra?

A mensagem que gostaria de passar é de tranquilidade. A Enel oferece o benefício da complementação de aposentadoria em todas as suas empresas no Brasil. Na CELG D não seria diferente. O que podemos agregar é ajudar na gestão dos planos através da participação nos Conselhos, Deliberativo e Fiscal, porque temos profissionais experientes e capacitados nesse assunto. Tudo isso para fortalecer o desempenho dos planos e, assim, garantir um futuro tranquilo para todos.

2. Além da experiência em RH, você tem bastante familiaridade com a previdência complementar, poderia compartilhar um pouco da sua trajetória no setor e sua opinião sobre a importância desse tipo de benefício em grandes empresas como o grupo Enel, que assumiu o controle da Celg Distribuição S/A – CELG D?

Meu primeiro contato com o tema da previdência complementar foi através de um curso de especialização, no qual estudei Matemática Atuarial. Nessa época, eu trabalhava no Banco do Nordeste, um banco de desenvolvimento regional estatal, e lá, dei meus primeiros passos nesse assunto. Foi amor à primeira vista. Não tem como não gostar. E isso já faz quase 30 anos (em 1990)…

No Grupo Enel, desde 2008, sou responsável por monitorar o desempenho das fundações (Faelce e Brasiletros, inicialmente, e agora também a Eletra), que administram os planos de previdência dos nossos empregados. Adicionalmente, desde 2009, participo do Conselho Deliberativo da Brasiletros, no Rio. Esse é um assunto que gosto verdadeiramente.

Sobre a importância desse benefício para a Enel, o Grupo busca oferecer aos seus empregados um conjunto de benefícios bastante atrativos, compatíveis com o que as melhores empresas do mercado praticam, e assim, atrair os melhores profissionais do mercado para trabalhar conosco. Entre esses benefícios está a complementação da aposentadoria. Esse benefício se reveste de uma característica muito especial, uma vez que ele só é ativado depois que a relação de emprego se encerra. É um cuidado que o Grupo Enel tem com o empregado que dedicou parte importante de sua vida aqui na empresa. Integra-se nas ações de responsabilidade social empresarial, dando tranquilidade ao empregado e sua família, mesmo depois de encerrado o vínculo contratual com a empresa. Toda pessoa que resolve vir trabalhar conosco é fortemente encorajada a ingressar no plano de suplementação de aposentadoria oferecido pelas entidades que administram nossos planos de previdência complementar.

3. As grandes dúvidas dos participantes da Fundação Eletra com a troca no controle da Patrocinadora são:

3.1- A continuidade da existência da Fundação Eletra como administradora dos planos e, ainda, a continuidade do Plano CELGPREV como ele é hoje:

Não temos a intenção de mudar nada em relação a isso. Basta ver as demais empresas do Grupo. Faelce e Brasiletros são as administradoras dos planos desde que a Ampla e a Coelce (hoje Enel Distribuição Rio e Enel Distribuição Ceará) foram privatizadas.

3.2- Existe a possibilidade de alterar os planos de benefícios existentes?

Não temos a intenção de alterar planos existentes, nem mexer em direitos adquiridos. O que poderia ser possível seria a criação de novos planos, com algum ajuste pontual, mas sempre preservando os direitos e características dos atuais.

4. Existe a possibilidade da Patrocinadora sinalizar a criação de novos planos, incentivando a migração dos participantes ativos do CELGPREV para este novo plano, inclusive, daqueles participantes que já são assistidos do CELGPREV?

Conforme falado acima, acho que esse seria o melhor caminho. Ou seja, se algum ajuste for necessário, será feito através da criação de novos planos, cuja adesão será facultada a quem se interessar pela migração, seja ativo ou seja assistido.

A Diretoria da ELETRA agradece a colaboração do Sr. Raimundo Câmara, que se dispôs a conceder a entrevista acima, com o objetivo único de informar e tranquilizar os participantes ativos e assistidos dos planos administrados pela Fundação. Ressaltamos que a presença do Sr. Raimundo, no Conselho Deliberativo, com sua vasta experiência, tem contribuído e enriquecido as discussões dos assuntos tratados naquele colegiado.